14.7.11

Novas resenhas de Cursed City e sorteio

Parece que começou a temporada de resenhas da coletânea weird west da editora Estronho! Hoje tenho mais duas dela para incluir em minha clipagem e ainda dar a notícia de um sorteio para concorrer a um exemplar de Cursed City - Onde as almas não têm valor. Começo pela análise feita por uma das contistas do livro, a escritora e atriz Carolina Mancini (autora de "Número 37", trama com uma ótima protagonista feminina) escreveu uma resenha detalhada, texto a texto, da obra. Como sempre faço, copiarei aqui o início da crítica e o trecho em que fala do meu conto, mas a íntegra pode ser lida neste endereço:

Falar sobre Cursed não é uma tarefa fácil, porém é muito divertida e emocionante. Sei que pode parecer estranho ou inapropriado resenhar um livro do qual se faz parte, mas quando se trata de uma antologia em que os autores selecionados não mantêm nenhum tipo de contato ou troca de opiniões relativas aos textos, a surpresa e a tomada de ciência da obra completa é muito parecida com a apreciação de qualquer outra obra. E justamente por esses motivos que acho possível falar sobre o livro além de outro fator. Quando você pensa em um conto dentro de uma proposta com um cenário tão rico e detalhado como o desta antologia, é inevitável arregalar os olhos - e até mesmo deixar o queixo cair - diante tantas idéias inesperadas, criativas e diferentes.

Ao todo são vinte autores, isso quer dizer que - com muita audácia e cara de pau hehe - posso falar sobre o trabalho desses parceiros que me emocionaram, divertiram e meteram algumas pulgas atrás da minha orelha ao pensar de onde vieram suas inspirações amaldiçoadas.

A qualidade gráfica dos livros da estronho como sempre é incrível, e dessa vez não foi diferente. Um trabalho que só se faz com muito amor e dedicação - não importa quanto essa frase seja piegas. O cuidado vem desde a proposta com a descrição da cidade tanto no site da editora, para que os autores se baseassem na hora de escrever suas "desventuras" e também no próprio livro para que o leitor saiba em que pedaço do inferno está pisando.

A capa e arte interna do livro mesclam elementos do velho oeste com o horror. A graça é tanta que o livro tem um furo de bala. O papel é de ótima qualidade, e todas as páginas são tematizadas. Assim como marcadores e botons que você adquiri ao comprar o livro. E o que mais se pode falar sobre a diagramação? Nada? Muito pelo contrário. Antes de cada conto há um resuminho sobre cada autor e uma foto sua em um cartaz de procurado! Um mimo tanto para o leitor como para os selecionados. (...)

Romeu Martins caprichou na referência histórica e no modo de falar dos personagens. Tem uma cena de mais tensão, mas o conto ficou firme no dialogo. Tem quase a característica de um capítulo ou introdução de uma história maior. Mesmo assim, cheio de surpresas.

A segunda resenha vem do blog Elo das Letras, do qual faço o mesmo corte, indicando aqui o endereço para o texto completo:

Cursed City é uma cidade muito agitada! E é com essa afirmação que inicio essepost, já para assegurar-lhe de que lá você não vai encontrar um local tranquilo para descansa, ao contrário se você for passar uma noite lá tenha cuidado pois a qualquer momento um bandido poderá tirar-lhe a vida.



Esse livro é um livro peculiar traz um universo que poucos se aventuram na escrita que é o universo do western, mas é sem dúvidas alguma um universo cheio de possibilidades para se explorar e foi assim nesse universo cheio de possibilidades a se explorarem que o livro tomou forma, na verdade formas, que possibilitam ao leitor uma leitura diversificada e ainda a contemplação dos mais diversos estilos.


O livro é uma antologia, com participação dos mais diversos escritores que aceitaram o desafio de viverem alguns dias ou simplesmente darem uma passada em Cursed, a leitura flui bem alguns autores acertaram na tônica do western outros não foram o caso, o fato é que o gênero literário de faroeste é um gênero não muito comum por esses lados da fronteira enquanto alguns se identificam bem com esse gênero outros escrevem contos que não têm a ação esperada para esse tipo de literatura, um livro que poderia ter explorado mais o tamanho das letras, mas fica a dica (...)


Eu quero aqui destacar alguns autores que dentro desse universo trouxeram ação e fantasia e transformaram o cotidiano de Cursed City, são eles: Alfer Medeiros, Georgette Silen, Tânia Souza, Romeu Matins. Esses no meu ponto de vista trouxeram algo de especial já que a leitura fluiu e a curiosidade é aguçada para a cada momento tentar se descobrir o que poderia acontecer mais adiante.

E este mesmo blog está sorteando uma edição da coletânea na promoção "Eu quero o livro Cursed City". Clique aqui, leias as regras e participe. Boa sorte!

Nenhum comentário: